A felicidade no trabalho não se trata somente de um bom salário.

Ainda que a definição de “emprego dos sonhos” seja subjetiva, é consenso que o reconhecimento pelos superiores, a existência de oportunidades profissionais e até o apoio de benefícios corporativos fazem a diferença nos índices motivacionais da equipe.

Vale mencionar que, de conceitos filosóficos a teorias psicológicas modernas, são inúmeras as perspectivas que validam a pluralidade de fatores por trás da satisfação e bem-estar aos funcionários.

A seguir, listamos como avaliar a felicidade no trabalho, os fatores determinantes e os impactos positivos para todos os envolvidos.

O que é felicidade no trabalho?

No contexto de gestão organizacional, o conceito de felicidade no trabalho se refere ao sentimento de plenitude e realização profissional dos funcionários.

Como você pode imaginar, trata-se de um estado altamente subjetivo e vinculado aos aspectos culturais da região e do perfil dos colaboradores.

Ficaria incompleta uma lista pretensamente definitiva dos sinais de satisfação dos colaboradores, tendo em vista a constante atualização das tendências locais.

No entanto, ainda que não possamos mencionar comportamentos específicos, podemos contextualizar os fatores gerais mais associados à felicidade no trabalho e seu impacto positivo para a empresa.

Qual a importância da felicidade no trabalho?

Ao monitorar e estimular bons índices de felicidade no trabalho, as empresas estão investindo em seu próprio sucesso de mercado.

Afinal, quando os contratantes promovem segurança financeira, motivação e reconhecimento aos funcionários, todo mundo sai ganhando.

Segundo estudos, colaboradores felizes são mais produtivos, mais eficientes e se acidentam bem menos nos ambientes de trabalho.

E não tenha dúvidas: a própria popularidade das empresas perante o mercado se fortalece, diante do reconhecimento como bons locais para trabalhar.

Confira o que é o Great Place to Work e como obter o selo.

O que determina a felicidade no trabalho?

Ainda que o significado de felicidade seja subjetivo, é fato que existem fatores determinantes para a boa qualidade de vida dos funcionários.

A hierarquia da Pirâmide das Necessidades, desenvolvida pelo psicólogo americano Harold Maslow, é uma ferramenta importante para compreender a felicidade no trabalho. 

Segundo Maslow, a motivação no ambiente de trabalho está intrinsecamente relacionado a:

  • Necessidades básicas e biológicas, como acesso à alimentação adequada e banheiros em bom estado
  • Necessidades de segurança física, emocional e, principalmente, financeira
  • Necessidades de pertencimento, incluindo bons relacionamentos com colegas e superiores
  • Necessidades de reconhecimento e valorização
  • Necessidades de autorrealização e alinhamento com o propósito de vida.

Assim, a felicidade dos funcionários costuma estar associada ao contexto de bons salários, harmonia nas relações, adequadas estruturas físicas e conexão com a missão da empresa.

Como medir a felicidade no trabalho?

É claro que medir a felicidade de alguém não é simples.

Porém, como mencionamos, é possível avaliar de maneira geral alguns aspectos que costumam ser ligados à satisfação profissional.

Nesse sentido, muitas empresas adotam o Índice de Felicidade no Trabalho como referência para seus monitoramentos organizacionais.

Índice de felicidade no trabalho (IFT)

O IFT é um índice calculado com base em dados dos colaboradores coletados periodicamente pelas empresas.

A criação do IFT usou como referência a “Felicidade Interna Bruta”, o indicador desenvolvido pelo governo do Butão em meados da década de 1970.

Trata-se de um parâmetro da felicidade de uma população, levando em conta aspectos como:

  • Bem-estar físico, emocional, mental, social e financeiro
  • Acesso à cultura, educação e entretenimento
  • Condições de moradia adequadas.

O IFT, por sua vez, pode incluir o levantamento de informações semelhantes, facilitando a análise da realização profissional das equipes de trabalho.

Como criar um IFT para sua empresa?

As empresas precisam levar em conta os requisitos locais para elaborar um estudo de felicidade no trabalho.

Em geral, a equipe de recursos humanos pode elaborar formulários anônimos e coletar informações sobre:

  • Nível de satisfação salarial
  • Existência de conflitos relacionais intra e inter-setoriais
  • Se os gestores são agressivos e antiéticos ou exercem uma comunicação não violenta e assertiva
  • Qualidade dos benefícios corporativos
  • Tipos de problemas pessoais que estão afetando o rendimento no trabalho.

Esse mapeamento irá nortear o plano de ação para promover mais qualidade de vida para todos na empresa.

Como promover a felicidade no trabalho?

Boa notícia: promover a felicidade no trabalho não precisa ser uma dor de cabeça para sua empresa. 

Veja como fazer isso em 4 passos.

1. Promova o reconhecimento

O reconhecimento pelo esforço e dedicação é um incentivo potente aos bons trabalhadores.

Assim, crie o hábito de elogiar sinceramente sua equipe, além de divulgar as conquistas individuais e coletivas.

2. Mantenha a comunicação empática

Vale a pena zelar pela cordialidade e empatia na hora de se comunicar com os colaboradores.

Isso porque uma atmosfera de trabalho amigável permite que os funcionários se sintam mais tranquilos e seguros em compartilhar com os gestores seus progressos e dificuldades, minimizando erros e retrabalhos.

3. Salários atraentes

Dinheiro é importante para todo mundo, não há dúvidas!

E boas faixas salariais também evitam o turnover de funcionários e atraem os principais talentos do mercado.

Além disso, a empresa precisa estar preparada para colocar à disposição dos colaboradores bons planos de carreira com atraentes oportunidades de crescimento. 

4. Combata o assédio

Assédio físico, moral ou sexual é crime e gera impactos desastrosos na qualidade de vida das vítimas.

Portanto, certifique-se de implementar firmes políticas de combate a ações abusivas, também colocando à disposição mecanismos de denúncia anônima para evitar possíveis retaliações.

4. Políticas diferenciadas de benefícios corporativos

Por fim, mas igualmente importante: planos de benefícios criativos conquistam o coração dos trabalhadores.

Não estamos falando de vantagens básicas, como convênio médico e plano odontológico.

Além dessas opções, muitas empresas também oferecem:

  • Plano de academia
  • Vale-cultura
  • Descontos em lojas específicas
  • Assistência educacional variada
  • Benefícios de viagem.

Uma oportunidade para cuidar bem de seus funcionários é investir também nos benefícios de consultoria financeira da Neon.

Afinal, os problemas financeiros individuais podem afetar a equipe como um todo.

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